O Cristo Pantocrator: Da Origem Às Igrejas No Brasil, Na Obra De Cláudio Pastro

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Sinopse

Ser um iconógrafo é muito diferente de ser um pintor. Há cânones a serem obedecidos. Iconógrafos "escrevem" um ícone que é concebido pelo Espírito Santo pelas mãos do monge-pintor; ou seja, o pintor é o pincel do Espírito, segundo a Tradição da Igreja Católica Una do Primeiro Milênio. Revestir com arte um espaço litúrgico demanda, além da técnica, espiritualidade.
A autora é uma exímia pesquisadora, uma "historiadora natural", do tipo que exaure as fontes, percorre os mundos, acumula material, lida com ele com paixão e detalhe, enfim, que cria um "mundo" de referências, representações figurativas e hipóteses decorrentes desse percurso exaustivo e apaixonado pelo objeto. No caso específico desta obra, o mundo que cria é o mundo das representações de Cristo como Senhor do Universo, mais
especificamente, o famoso ícone bizantino do "Cristo Pantocrator".
- Prof. Luiz Felipe Pondé
Esta obra tem o mérito de iniciar o reconhecimento acadêmico de Cláudio Pastro, como o artista que melhor interpretou a inspiração profunda do Concílio Ecumênico Vaticano II. E, sem dúvida, Pastro é responsável por um tipo de arte muito pessoal e bem sedimentada na tradição iconográfica que valorizou o Cristo Pantocrator no Brasil e no mundo atual.
- Pe. Valeriano dos Santos Costa