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Sinopse
Welcome to Jorge Borges, where amazing things happen.
Episódios
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O envelhecimento implacável da população europeia
23/02/2026 Duração: 23minO documento do Eurostat analisa as mudanças demográficas e o envelhecimento populacional na União Europeia, projetando tendências até ao ano 2100. Os dados revelam que a idade mediana está a subir e a proporção de cidadãos com 65 ou mais anos continua a crescer, impulsionada pela maior longevidade e baixas taxas de natalidade. Países como a Itália apresentam as populações mais idosas, enquanto a Irlanda mantém uma estrutura mais jovem. Esta transformação reduz o número de pessoas em idade ativa disponíveis para sustentar a população reformada, aumentando o rácio de dependência económica. O relatório destaca que estas alterações exigirão novos planos governamentais para lidar com o aumento dos gastos em saúde e pensões. Por fim, as projeções indicam que a população da UE começará a diminuir gradualmente após um pico em 2026.
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Estrutura Populacional e Envelhecimento na União Europeia
23/02/2026 Duração: 05minO documento do Eurostat analisa as mudanças demográficas e o envelhecimento populacional na União Europeia, projetando tendências até ao ano 2100. Os dados revelam que a idade mediana está a subir e a proporção de cidadãos com 65 ou mais anos continua a crescer, impulsionada pela maior longevidade e baixas taxas de natalidade. Países como a Itália apresentam as populações mais idosas, enquanto a Irlanda mantém uma estrutura mais jovem. Esta transformação reduz o número de pessoas em idade ativa disponíveis para sustentar a população reformada, aumentando o rácio de dependência económica. O relatório destaca que estas alterações exigirão novos planos governamentais para lidar com o aumento dos gastos em saúde e pensões. Por fim, as projeções indicam que a população da UE começará a diminuir gradualmente após um pico em 2026.
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Como (e quando) falar da deficiência
22/02/2026 Duração: 23minDurante décadas, a sociedade foi moldada pelo modelo médico da deficiência: a pessoa com deficiência é vista como um "caso", alguém a curar ou a reabilitar, que precisa de serviços "especiais" porque o problema está nela. Este paradigma alimentou gerações de narrativas paternalistas, cheias de pena ou de admiração exagerada.Na década de 1960, pessoas com deficiência no Reino Unido propuseram uma alternativa: o modelo social da deficiência. A ideia central é simples e poderosa — o problema não é a pessoa, é uma sociedade construída sem ter em conta a diversidade humana. São as barreiras arquitectónicas, os serviços inadequados e a linguagem exclusivista que incapacitam, não a condição em si.
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Como falar da deficiência
22/02/2026 Duração: 06minSobre o guia publicado pela associação Acesso Cultura que oferece orientações essenciais para profissionais de comunicação e jornalistas sobre como abordar a deficiência de forma ética e rigorosa. O texto promove a transição do modelo médico para o modelo social, defendendo que a exclusão resulta das barreiras impostas pela sociedade e não de limitações individuais. Através da desconstrução de mitos e estereótipos, o documento desencoraja narrativas sensacionalistas de "superação" ou "piedade", focando-se na dignidade humana e no respeito pela autonomia. São fornecidas estratégias práticas para interações interpessoais e recomendações precisas sobre o uso de terminologia inclusiva e correta. O objetivo central é capacitar o setor cultural para comunicar com sensibilidade, garantindo que as pessoas com deficiência sejam representadas como cidadãos de pleno direito. Esta publicação funciona como uma ferramenta vital para quebrar o paradigma do capacitismo na esfera pública portuguesa.
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A Tecnologia está a Evoluir, mas nós estamos a Regredir? O Paradoxo Cognitivo do Século XXI
21/02/2026 Duração: 07minO documento do Center for Curriculum Redesign examina a complexa relação entre a evolução tecnológica e as mudanças na cognição humana. Através de uma síntese histórica, o texto analisa como inovações que vão do fogo à inteligência artificial expandiram as capacidades sociais e de planeamento, embora frequentemente à custa de competências tradicionais e autonomia individual. O conceito de descarga cognitiva é central na discussão, sugerindo que, embora a tecnologia alivie o esforço mental, pode também criar uma dependência que fragiliza o pensamento crítico. Na era da IA generativa, os autores defendem que a educação deve priorizar a meta-competência epistémica, permitindo que os indivíduos orquestrem ferramentas digitais sem perder a capacidade de discernimento. Em suma, as fontes propõem que a adaptabilidade e a gestão da atenção são fundamentais para garantir que o progresso tecnológico não resulte num empobrecimento intelectual humano.
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A Tecnologia está a Evoluir, mas nós estamos a Regredir?
21/02/2026 Duração: 19minO documento do Center for Curriculum Redesign examina a complexa relação entre a evolução tecnológica e as mudanças na cognição humana. Através de uma síntese histórica, o texto analisa como inovações que vão do fogo à inteligência artificial expandiram as capacidades sociais e de planeamento, embora frequentemente à custa de competências tradicionais e autonomia individual. O conceito de descarga cognitiva é central na discussão, sugerindo que, embora a tecnologia alivie o esforço mental, pode também criar uma dependência que fragiliza o pensamento crítico. Na era da IA generativa, os autores defendem que a educação deve priorizar a meta-competência epistémica, permitindo que os indivíduos orquestrem ferramentas digitais sem perder a capacidade de discernimento. Em suma, as fontes propõem que a adaptabilidade e a gestão da atenção são fundamentais para garantir que o progresso tecnológico não resulte num empobrecimento intelectual humano.
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O futuro algorítmico da inteligência coletiva | Pierre Lévy
20/02/2026 Duração: 16minO filósofo Pierre Lévy explora a evolução da inteligência coletiva na era dos algoritmos, distinguindo-a da inteligência artificial ao focar no aumento das capacidades cognitivas humanas através da colaboração. Ele desconstrói mal-entendidos comuns, afirmando que este conceito não impõe uniformidade de pensamento, mas sim valoriza a interdependência e a diversidade de perspetivas. O autor traça um panorama histórico das revoluções na comunicação, desde a escrita até ao meio digital, onde a informação se tornou ubíqua e interconectada. Lévy defende a transição para uma inteligência coletiva reflexiva, na qual a humanidade utiliza bases de dados comuns para gerir o conhecimento de forma consciente e responsável. No futuro, prevê-se que a criação de um sistema de endereçamento semântico permita aos seres humanos observar os seus próprios processos de pensamento coletivo em tempo real. Esta nova etapa civilizacional exige uma mudança nas estruturas organizacionais, promovendo a aprendizagem colaborativa e a auton
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A escrita estrutura o pensamento e a memória
20/02/2026 Duração: 23minOnde se explora como a escrita regular na sala de aula funciona como uma ferramenta essencial para aprofundar a aprendizagem e a comunicação. A autora critica o ensino da escrita de forma abstrata ou isolada, defendendo que esta deve estar integrada nos conteúdos específicos de cada disciplina para reduzir o esforço cognitivo dos alunos. Ao praticarem a construção de frases e resumos sobre o que estão a estudar, os estudantes conseguem fixar melhor o vocabulário e compreender conceitos complexos. O artigo destaca o método The Writing Revolution como um exemplo de como a instrução explícita pode transformar a educação básica. Assim, a escrita deixa de ser apenas uma meta para se tornar um processo que fortalece a retenção de conhecimento a longo prazo.
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Escrever bem ou pensar bem
20/02/2026 Duração: 05minOnde se reflete sobre o declínio da escrita tradicional e o papel crescente da inteligência artificial no quotidiano escolar dos jovens. O autor argumenta que a prioridade educativa deve transitar do rigor ortográfico para o desenvolvimento do pensamento crítico e da análise lógica. Através de uma abordagem pragmática, sugere-se que ferramentas digitais e formatos audiovisuais sejam integrados como aliados cognitivos em vez de serem combatidos. Defende-se que a literacia moderna exige a capacidade de interpretar mensagens multimodais, indo muito além da mera reprodução de normas gramaticais. Em última análise, a obra apela a uma revolução pedagógica que privilegie a criatividade intelectual sobre métodos de avaliação punitivos e obsoletos.
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Pensar bem vale mais do que escrever bem
20/02/2026 Duração: 14minOnde se reflete sobre o declínio da escrita tradicional e o papel crescente da inteligência artificial no quotidiano escolar dos jovens. O autor argumenta que a prioridade educativa deve transitar do rigor ortográfico para o desenvolvimento do pensamento crítico e da análise lógica. Através de uma abordagem pragmática, sugere-se que ferramentas digitais e formatos audiovisuais sejam integrados como aliados cognitivos em vez de serem combatidos. Defende-se que a literacia moderna exige a capacidade de interpretar mensagens multimodais, indo muito além da mera reprodução de normas gramaticais. Em última análise, a obra apela a uma revolução pedagógica que privilegie a criatividade intelectual sobre métodos de avaliação punitivos e obsoletos.
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Estratégia Digital de França 23/27
19/02/2026 Duração: 05minA Estratégia Digital para a Educação 2023-2027 é baseada numa série de medidas para fortalecer as habilidades digitais dos alunos e acelerar o uso das ferramentas digitais para o seu sucesso. Estas medidas foram apresentadas pelo Ministro da Educação Nacional e da Juventude, Pap Ndiaye, sexta-feira, 27 de Janeiro de 2023.
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A estratégia francesa para formar cidadãos digitais
19/02/2026 Duração: 13minA Estratégia Digital para a Educação 2023-2027 é baseada numa série de medidas para fortalecer as habilidades digitais dos alunos e acelerar o uso das ferramentas digitais para o seu sucesso. Estas medidas foram apresentadas pelo Ministro da Educação Nacional e da Juventude, Pap Ndiaye, sexta-feira, 27 de Janeiro de 2023.
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A eficácia e os desafios das proibições das redes sociais
19/02/2026 Duração: 06minA ideia de que uma lei pode impedir o acesso de menores não é nova, mas o seu historial é de um fracasso sistémico. A lei americana COPPA, de 1998, estabeleceu os 13 anos como o limite de entrada, mas tornou-se uma “idade notional” largamente ignorada. Os dados do regulador britânico Ofcom são contundentes: entre as crianças de apenas 10 a 12 anos, mais de metade utiliza o Snapchat, mais de 60% o TikTok e mais de 70% o WhatsApp.
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A ilusão de banir os menores das redes
18/02/2026 Duração: 16minOnde se fala da crescente tendência global de governos que implementam proibições e restrições rigorosas ao uso de redes sociais por menores. Embora exista um forte apoio público a estas medidas devido a preocupações com a saúde mental e a segurança infantil, os especialistas alertam para a facilidade com que os jovens contornam os bloqueios técnicos. A análise destaca que proibições totais podem gerar consequências indesejadas, como empurrar adolescentes para plataformas menos vigiadas ou privá-los de aprender literacia digital de forma segura. Além disso, o setor tecnológico enfrenta novos desafios regulatórios que visam não apenas o conteúdo, mas o próprio design viciante das aplicações. Em última análise, o debate questiona se a solução passa pela exclusão total ou por uma reforma estrutural na forma como estas plataformas operam para todos os utilizadores.
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O futuro da educação envolve mais do que tecnologia
18/02/2026 Duração: 11minO futuro da educação não deve focar-se exclusivamente na tecnologia ou na inteligência artificial, mas sim no desenvolvimento humano e no bem-estar. A autora alerta para o declínio de capacidades cognitivas essenciais, como a atenção, a imaginação e o pensamento crítico, resultantes da exposição precoce e excessiva aos ecrãs. Defende-se que as instituições estão a priorizar ferramentas digitais enquanto negligenciam a saúde mental e as fragilidades emocionais das novas gerações. O papel do docente é reafirmado como um guia emocional insubstituível, operando num cenário onde a aprendizagem exige uma mediação mais profunda. Em última análise, a fonte sustenta que a verdadeira inovação educativa reside no fortalecimento do vínculo humano e na preparação da mente dos estudantes, e não apenas na automatização de processos.
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Aprendizagem entre pares | Mentorias
18/02/2026 Duração: 04minOnde se explora a importância da aprendizagem entre pares, uma metodologia que transforma o aluno de recetor passivo em protagonista do seu próprio conhecimento. Através de estratégias como a instrução por colegas e a mentoria, os estudantes reforçam a compreensão de temas complexos ao explicá-los uns aos outros. O papel do docente evolui para o de um facilitador, promovendo o debate, o pensamento crítico e a colaboração em vez da simples memorização. Embora apresente desafios, como possíveis distrações, este modelo fortalece competências interpessoais e a capacidade de argumentação. Em suma, a abordagem prepara os jovens para ambientes profissionais modernos, onde a cooperação multidisciplinar e a resolução de problemas reais são fundamentais.
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Quando o melhor professor é um colega | Mentorias
18/02/2026 Duração: 16minOnde se explora a importância da aprendizagem entre pares, uma metodologia que transforma o aluno de recetor passivo em protagonista do seu próprio conhecimento. Através de estratégias como a instrução por colegas e a mentoria, os estudantes reforçam a compreensão de temas complexos ao explicá-los uns aos outros. O papel do docente evolui para o de um facilitador, promovendo o debate, o pensamento crítico e a colaboração em vez da simples memorização. Embora apresente desafios, como possíveis distrações, este modelo fortalece competências interpessoais e a capacidade de argumentação. Em suma, a abordagem prepara os jovens para ambientes profissionais modernos, onde a cooperação multidisciplinar e a resolução de problemas reais são fundamentais.
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Apontamentos tradicionais superam a Inteligência Artificial
18/02/2026 Duração: 07minOnde se investiga como a utilização de Inteligência Artificial (IA) e a tomada de notas tradicional influenciam a compreensão e a memória em estudantes secundários. Através de uma experiência com 405 alunos, os investigadores descobriram que escrever notas à mão ou combiná-las com IA resultou numa melhor retenção de informação do que usar apenas modelos de linguagem. Embora os estudantes tenham preferido a facilidade e interatividade da IA, esta ferramenta isolada tendeu a promover uma aprendizagem mais superficial. Os resultados indicam que a IA é valiosa para esclarecer dúvidas e reduzir o esforço cognitivo inicial, mas não substitui o processamento profundo exigido pelos métodos clássicos. Assim, os autores sugerem que o sucesso educativo depende da integração equilibrada destas novas tecnologias com estratégias de estudo ativas.#ticeweb
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IA para jornalistas
18/02/2026 Duração: 07minOnde se fala de um guia detalhado sobre o papel da inteligência artificial no jornalismo, explorando como estas tecnologias transformam a recolha e produção de notícias. O texto clarifica conceitos fundamentais, como algoritmos, aprendizagem automática e processamento de linguagem natural, ilustrando a sua utilidade prática em redações modernas. São apresentados exemplos reais de automação, que abrangem desde a transcrição de áudio e análise de dados complexos até à criação de apresentadores virtuais. O material sublinha a importância de equipas multidisciplinares e de uma visão estratégica para implementar estas ferramentas de forma sustentável. Paralelamente, promove uma reflexão crítica sobre a deontologia e a ética, alertando para os perigos de enviesamentos em sistemas de "caixa negra". Por fim, defende que, embora a máquina execute tarefas repetitivas, o valor humano permanece essencial para fornecer contexto, análise crítica e sensibilidade social.#ticeweb
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Inteligência artificial, algoritmos e blockchain | IA para jornalistas
18/02/2026 Duração: 13minGuia abrangente sobre a integração da inteligência artificial no jornalismo, explorando desde conceitos fundamentais, como algoritmos e aprendizagem automática, até aplicações práticas na redação. O texto detalha como a tecnologia auxilia na automação de notícias, transcrição de áudio e análise de dados complexos, citando exemplos de meios de comunicação de referência. Simultaneamente, sublinha a importância da ética e transparência, alertando para os perigos das "caixas negras" e dos enviesamentos algorítmicos. Reforça-se que, embora a máquina execute tarefas repetitivas com precisão, o toque humano permanece essencial para garantir o contexto, a sátira e o juízo de valor. Por fim, o documento perspetiva a IA como um futuro padrão industrial, instando os profissionais a dominarem estas ferramentas para evitar novas brechas tecnológicas.