Jorge Borges

A Escócia acaba de publicar orientações para o uso de IA nas escolas — e há lições que nos dizem respeito

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Sinopse

A inteligência artificial já não é um tema do futuro. Está nas salas de aula, nos telemóveis dos alunos, nas plataformas que os professores usam para planificar aulas. E, perante esta realidade, a pergunta que se impõe não é se devemos integrar a IA na educação, mas como fazê-lo de forma responsável.Em fevereiro de 2026, o Governo Escocês, em parceria com o Educational Institute of Scotland (EIS) — o maior sindicato de professores do país —, publicou o documento Scottish Guidelines and Guardrails for the use of Artificial Intelligence (AI) in Schools. Trata-se de um conjunto de orientações e salvaguardas (guardrails) para o uso de IA em contexto escolar, que merece atenção cuidada por parte de quem trabalha em bibliotecas escolares, promoção da leitura e mediação educativa.