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Especialista dos EUA diz que corrida por minerais críticos no Brasil não precisa repetir erros do passado

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Sinopse

Os minerais críticos se tornaram um dos eixos centrais da disputa geopolítica global. Essenciais para a transição energética, a indústria de tecnologia, sistemas de defesa e telecomunicações, esses recursos passaram a ocupar o topo da agenda do governo dos Estados Unidos, que busca reduzir a dependência da China e assegurar cadeias de suprimentos consideradas estratégicas. Luciana Rosa, correspondente da RFI em Nova York Nesse cenário, o Brasil voltou ao centro do mapa. O país concentra algumas das maiores reservas globais de terras raras, além de cobre, níquel e nióbio. Autoridades americanas passaram a classificar o Brasil como um parceiro “muito promissor” e já apoiam financeiramente projetos no país, como Serra Verde e Aclara, por meio da Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional, a DFC. Mas o interesse internacional levanta uma pergunta central: o Brasil está diante de uma oportunidade histórica de se reposicionar nas cadeias globais de valor, ou corre o risco de repetir um modelo extrativis