Jorge Borges

As redes sociais não são seguras para os jovens: as sete linhas de evidência que provam o impacto na saúde mental

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Sinopse

Sobre o ensaio para o World Happiness Report 2026 que investiga se as redes sociais prejudicam a saúde mental dos jovens. Os autores, Jonathan Haidt e Zachary Rausch, apresentam sete linhas de evidência que indicam uma correlação direta entre o uso intensivo de plataformas e o aumento de patologias como a depressão e a ansiedade. O texto destaca testemunhos de adolescentes e pais, além de documentos internos de empresas como a Meta e o TikTok, que admitem o caráter viciante e perigoso dos seus produtos. Argumenta-se que a migração da vida social para o ambiente digital na década de 2010 provocou uma crise de bem-estar a nível populacional, e não apenas casos isolados. O relatório conclui que estas plataformas são produtos de consumo perigosos, justificando intervenções políticas urgentes, como a restrição de acesso até aos dezasseis anos. Esta análise procura responder tanto à segurança individual do produto quanto às tendências históricas de declínio da felicidade na Geração Z.